quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Wilson Das Neves - Samba Tropi

Hj estou dando uma dica de cd!
Wilson Das Neves!
Um dos melhores bateristas de todos os tempos!!
O álbum "SambaTropi" é composto de canções que vão de Jorge Ben a Beatles.
Em alguns momentos os arranjos de músicas conhecidas soam melhor que as originais!
Sem exagero!!
Fico bobo, estarrecido pois esse álbum foi lançado em 1970 e eu nasci em 1973!!
Eu decidi adicionar essa dica de cd pois no fim de Novembro fui ao Teatro Tom Jobim ( aquele dentro do Jardim Botânico ) com o Junior, a convite de uma amiga e adorei o que vi! Comecei a ler e pesquisar informações sobre o músico, que lá não tocou nada . Apenas cantou, e muito bem por sinal!
A faixa “Sarro”, fez parte da trilha do filme "Roberto Carlos e o Diamante Cor-De-Rosa" que foi lançado no mesmo ano. O tema arremete um pouco ao Hypnotic Brass Ensemble, pelo menos o começo dele.
Outra faixa que acho muito boa, apesar das intervenções feitas, é "Repouso", arranjo excelente. "Moeda, Reza e Cor" que é a 10ª faixa tem a participação de Dom Salvador.
A faixa "Venus" nos deixa claro de que fonte a Orquetra Voadora bebeu! O arranjo é OV sem tirar nem pôr! Excelente, mas curtinha!
Wilson Das Neves foi "O" Batera na década de 70 (na verdade final de 60 até meados de 70), se você pegar os discos mais marcantes da época o figura consta na ficha técnica, é de cair o queixo.

Em breve adiciono mais dicas de cds.
Beijos e abraços......
Bip Bip

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Ingressos para o show de Beyoncé no Rio estão esgotados

Já estão esgotados os ingressos para o show de Beyoncé, que irá acontecer dia 7 de fevereiro no Rio de Janeiro. As entradas estavam à venda desde o dia 21 de dezembro. A cantora americana apresentará a turnê "I Am... Tour" no HSBC Arena, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio.

Para o show de São Paulo, dia 6 de fevereiro no Estádio do Morumbi, 50% dos ingressos já foram vendidos. Os shows de Beyoncé, que se apresenta pela primeira vez no Brasil, prosseguem em Florianópolis (dia 4 de fevereiro, no Parque Planeta) e em Salvador (10 de fevereiro, no Parque de Exposições).

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

SAMBA PARA O ALFAIATE - 21 DE DEZEMBRO - SEGUNDA-FEIRA


Serviço:

SEGUNDA, dia 21 de Dezembro 2009.
Abertura dos portões: 19hwww.INGRESSO.com.br
R$30,00 Inteira.
R$ 15 Estudante ou c/ e-Flyer
Classificação: 18 anos

(12 a 17 anos somente acompanhado dos pais).





É isso. Como ele esperava e é o que acontecerá.
Os amigos do Sambista Walter Alfaiate, que está internado, ocuparão o palco do Circo Voador, nesta segunda feira, para uma noitada daquelas.
Gente da maior nobreza do samba como Alcione, Arlindo Cruz, Diogo Nogueira , Leandro Sapucahy, Monarco, Moyses Marques, Nilse Carvalho, Noca da Portela, Wilson Moreira, Velha Guarda da Portela, Aline Calixto, Alex Ribeiro, Ana Costa, Claudia Nunes Dorina, Dudu Nobre, Galocantô, Janaina Moreno, Marquinhos Diniz, Marquinhos de Oswaldo Cruz, Rogê, Sombrinha, Tia Surica.
E tantos outros, de todas as idades, matizes e origens que chegarão sem avisar como acontece nas rodas de samba.
A festa de solidariedade vai somar esforços e recursos para o tratamento do querido Walter Alfaiate.
Vamos preparar um vídeo para ele assistir depois, no hospital. É lógico, porque no soro que entra na veia do sambista, corre música e é disso que ele se alimenta.
Vamos todos pra lá.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Houston elege prefeita abertamente gay

Annise Parker comemora em Houston sua eleição ao lado de sua companheira Kathy Hubbard; ela é a primeira prefeita abertamente gay a assumir o cargo em uma grande cidade americana


Eleição de Annise Parker é vitória simbólica após derrota de união gay na Califórnia



Houston tornou-se no sábado (12) a primeira grande cidade dos Estados Unidos a eleger uma prefeita abertamente gay. Annise Parker venceu eleição apertada, que deu a gays e lésbicas uma vitória simbólica após derrotas sobre a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo na Califórnia e em Maine.
Em discurso, ao lado de sua companheira Kathy Hubbard, disse que as eleições são históricas:
- Os eleitores de Houston abriram a porta para a história.
- Eu sei o que essa vitória significa para muitos de nós.
Democrata, Parker vai enfrentar um déficit orçamentário de US$ 130 milhões (R$ 228,5 milhões) quando seu mandato começar em janeiro. Ela venceu no segundo turno o também democrata Gene Locke, um advogado afro-americano.

FORUM É ARTE? CARNAVAL FAZ PARTE! DE 15 A 17 DE DEZEMBRO. DE GRAÇA.


Fórum Cultural É Arte? Carnaval faz Parte!

Programação
Dia: 15/12/09 – Terça-Feira

Horário: 17h00 23h00
Sala Sidney Miller - Funarte
Rua da Imprensa, 16 – Centro
Solenidade de Abertura – 17h00 17h30


Mesas Redondas:


Administração e Gestão de Carnaval – 18h00 19h30
Walter Teixeira (Presidente da Aescrj), Reginaldo Gomes (Presidente da Lesga), Elmo José dos Santos (Diretor de Carnaval da Liesa), Antonio Pedro Viegas Figueira de Melo (Secretário Especial de Turismo), Rita Fernandes (Presidente da Associação “Sebastiana”) e Luis Fernando Vieira (Professor e Gestor de Carnaval)
Mediadora – Claudia Silvia (Assessora de Comunicação da Setur Riotur)


Segurança no Carnaval – 20h00 21h30
José Augusto da Costa Tatagiba (Presidente da Seguradora Capemisa), Tânia Índio do Brasil (Coordenadora dos Destaques do GRES Estação Primeira de Mangueira), Edson Marcos (Diretor de Carnaval da Lesga), Paulo Rocha Vilela (Diretor de Operações da Riotur) e Jaime
Cezário (Carnavalesco do GRES Estação Primeira de Mangueira)

Mediador – Luis Carlos Prestes (Economista e Assessor da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado do Rio de Janeiro)
Coquetel - 21h30

Encerramento – 23h00


Fórum Cultural É Arte? O Carnaval faz Parte!

Programação
Dia: 16/12/09 – Quarta-Feira
Horário: 14h00 21h00
Sala Sidney Miller – Funarte
Rua da Imprensa, 16 – Centro
Mesas Redondas:

Escolas de Samba: do terreiro à passarela – 14h00 15h30
Mãe Beata de Iemanjá (Yalorixá - Candomblecista), Milton Cunha (Professor e Carnavalesco do GRES Acadêmicos do Cubango), Luiz Reznik (Historiador e Diretor do Departamento de História da Puc-Rio) e Rachel Valença (Pesquisadora do Centro de Pesquisa Casa Rui Barbosa e Vice-Presidente do GRES Império Serrano)
Mediador – Lília Gutman (Autora de projetos do Ministério da Cultura na preservação do samba e Gestora de carnaval)
Arquitetos do Carnaval – 16h00 17h30
Cristina Brasil (Decoradora e Apresentadora do programa “Decora-Brasil” do GNT), Mauro Quintaes (Arquiteto e Carnavalesco do GRES São Clemente), André Bonatte (Designer Gráfico do Departamento Cultural do GRES Imperatriz Leopoldinense), Ricardo Lopes (Projetista de Iluminação para Carros Alegóricos), José Antônio Rodrigues (Produtor Cultural do Prêmio Plumas e Paetês) e Samuel Abrantes (Professor da UVA e UFRJ)

Mediador – Gustavo Melo (Pesquisador de Enredos e Colunista do Site Galeria do Samba)
A Beleza na Dança do Samba – 18h00 19h30
Helson Ballie (Coreógrafo de Alas de Passo Marcado e Carros Alegóricos), Rute Alves (1ª Porta-Bandeira do GRESU Vila Isabel), Jaime Arôxa (Coreógrafo da Comissão de Frente do GRES Estação Primeira de Mangueira), Neil Brasil (Estilista e Criador da grife Miss Schuster), Edson Santos (Diretor da Ala de Passistas do GRESU Vila Isabel), convidada Luciana Picorelli (Atriz e Madrinha do GRES União da Ilha do Governador)
Mediadora – Andréia Ribeiro (Atriz e Bailarina)

Coquetel - 20h00

Encerramento – 21h00

Fórum Cultural É Arte? O Carnaval faz Parte!

Programação
Dia: 17/12/09 – Quinta-Feira
Horário: 14h00 21h00
Sala Sidney Miller – Funarte
Rua da Imprensa, 16 - Centro

Mesas Redondas:

Carnaval em Foco: um olhar cinematográfico – 14h00 15h30
Walter Lima Jr. (Cineasta e Professor da Escola de Cinema Darcy Ribeiro), Eduardo Gonçalves (Carnavalesco do GRES Paraíso do Tuiuti), Waldir Xavier (Cineasta e Documentarista), Luis Carlos Magalhães (Documentarista e Colunista do Jornal O DIA), Renato Vieira (Bailarino e Coreógrafo), convidado Nelson Pereira dos Santos (Cineasta).
Mediador – Marcos Roza (Historiador e Pesquisador de Enredos)

Comunicação e Carnaval – 16h00 17h30
Paulo Stein (Jornalista), Rafael Sampaio (Produtor Cultural), Camila Soares (Presidente do G.R.C.E.S.M. Pimpolhos da Grande Rio), Luciene Setta (Jornalista e Professora Universitária), convidados Carlinhos de Jesus (Colunista da TV Globo) e Cahê Rodrigues (Carnavalesco do GRES Acadêmicos do Grande Rio)
Mediador – Eugênio Leal (Jornalista e Colunista do Site Carnavalesco)

A Cadência do Samba – 18h00 19h30
Kleber Komká (“Batuque Digital”), Lygia Santos (Pesquisadora e Júri do "Estandarte de Ouro" do Jornal O GLOBO), Odilon Costa (Músico e Mestre de Bateria), Leonardo Bessa (Produtor Musical), convidados Ivo Meirelles (Músico e Presidente do GRES Estação Primeira de Mangueira) e Paulinho da Viola (Músico e Compositor)
Mediador – Ailton Freitas (Radialista e Gestor de Carnaval)

Coquetel – 20h00

Apresentação Cultural – GRES Renascer de Jacarepaguá

Encerramento – 21h00

domingo, 13 de dezembro de 2009

Temporada de Ensaios Técnicos no Sambódromo


A Cidade do Rio de Janeiro começa a viver o clima do Carnaval 2010 com os Ensaios das Escolas de Samba dos Grupos Especial e de Acesso, a partir do dia 06 de dezembro.

O acesso às arquibancadas é aberto ao público.

O Pagode da Marquês apresenta estrelas da MPB ao término da programação dos domingos no palco montado em frente ao setor 3.


DEZEMBRO:


Dom, 06

19h - Cubango

20h -Viradouro

22h - Mangueira


Dom, 13

19h - Império Serrano

20h - Mocidade

22h - Vila Isabel


Sáb, 19

20h - Unidos de Padre Miguel

22h - União da Ilha


Dom, 20

19h - Império da Tijuca

20h - Beija-Flor de Nilópolis

22h - Unidos da Tijuca



JANEIRO


Sex, 08

22h - Imperatriz Leopoldinense



Sáb, 09

19h - Tuiuti

20h - Porto da Pedra

22h - Portela


Dom, 10

19h - Santa Cruz

20h - Mocidade Independente de Padre Miguel

22h - Acadêmicos do Salgueiro


Sáb, 16

19h - Inocentes de Belford Roxo

20h - Caprichosos de Pilares

22h - União da Ilha do Governador


Dom, 17

19h - São Clemente

22h - Viradouro


Dom, 24

19h - Acadêmicos da Rocinha

20h - Estação Primeira de Mangueira

22h - Unidos da Tijuca


Sáb, 30

19h - Estácio de Sá

20h - Porto da Pedra

22h - Portela


Dom, 31

19h - Renascer de Jacarepaguá

20h - Grande Rio

22h - Unidos de Vila Isabel



FEVEREIRO


Sáb, 06

19h - Beija-Flor de Nilópolis

22h - Imperatriz Leopoldinense


Dom, 07

19h - Teste de som e iluminação da Passarela com a escola Acadêmicos do Salgueiro



Local: Praça da Apoteose - Rua Marques de Sapucaí, s/nº - Centro




SAMBA NA TORRE - "CEAT" EM SANTA TERESA


Um lugar - um castelinho em estilo florentino - que é uma graça. O Cristo Redentor de um lado, o Pão de Açúcar de outro. No bar, cerveja e caldinho de feijão. E a entrada é gratuita. Para muita gente (que gosta de samba, porque esta é a trilha sonora, ao vivo, de lá), ficaria difícil imaginar programa melhor para uma tarde de domingo. O evento é o Samba na Torre, que acontece uma vez por mês no topo da construção que abriga o Ceat, o Centro Educacional Anísio Teixeira, em Santa Teresa.
Enquanto os adultos cantam e dançam lá em cima, as crianças e os jovens jogam na quadra lá embaixo. Tudo no melhor clima domingo legal.
A festa de 40 anos do CEAT já rolou em Novembro, mas fique atento pois em breve o samba voltará a rolar mensalmente.



SAMBA DO TRABALHADOR/CLUBE RENASCENÇA

Horário: Segunda-14h / Sábado-15h
Couvert: Segunda-R$2,00 / Sábado-R$6,00
Endereço: Barão de São Francisco, 54 (próximo ao supermercado Guanabara) AndaraíInformações: 9628-9329 - Rio de Janeiro/RJ

Toda segunda-feira Moacyr Luz comanda uma das melhores rodas da cidade, o Samba do Trabalhador. O local é o Clube Renacença, um antigo reduto do movimento negro. O Clube Renascença está totalmente "ressucitado" e é ainda mais antigo do que o velho Cacique de Ramos.
Frequentam a roda muitos dos melhores sambistas cariocas. Além do poeta Moacyr Luz, marcam presença Toninho Gerais, Ivan Milanez, mestre Trambique, entre outros. Nas segundas tem prato especial, preparado por Paulinho "Chiclete", diretor do Clube (o almoço sai a R$ 5,00).
Treze músicos integram a roda. Alguns nomes de talento que fazem parte da roda: Abel Luiz, Gabriel Cavalcante, Vladimir Silva, Jorge Alexandre na percussão e muitos outros.
Sábado no Andaraí rola das 15h às 21h, a roda pilotada por Renato Milagres, do grupo Roda de Bamba. Ninguém menos que Almir Guineto e o Wilson Moreira costumam participar...
O lugar é especial, foi fundado no final dos anos 50 como um lugar de divertimento e afirmação negra. O clube tem um pátio com uma grande Caramboleira que tem dado frutas, que caem maduras para deleite do público e dos sambistas
.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

domingo, 1 de novembro de 2009

O fim do mundo em 2012

Os planetas, as estrelas, o calendário maia e, é claro, uma superprodução de Hollywood reavivam a ideia aterrorizante do apocalipse e levantam uma questão: por que continuamos a acreditar em profecias finalistas apesar de todas elas terem fracassado redondamente?


APOCALIPSE POPULAR
Uma das cenas da catástrofe planetária no filme 2012: a profecia ganhou as ruas.
O escritor Patrick Geryl tem 54 anos, escreveu uma dezena de livros, nunca se casou, não tem filhos e atualmente anda muito ocupado preparando-se para o fim do mundo. Na semana passada, esteve em Sierra Nevada, no sul da Espanha, acompanhando uma equipe de televisão do Canadá, numa vistoria às habitações que estão sendo construídas ali. São ocas de cimento capazes de resistir ao cataclismo que, acredita Geryl, destruirá o planeta Terra no dia 21 de dezembro de 2012. "Queremos um lugar a uns 2 000 metros acima do nível do mar", explica. Ele e seu grupo pretendem levar 5 000 pessoas para um local que resistirá aos horrores do apocalipse. Será o último dia do resto da humanidade, acredita Geryl, um dia para o qual ele se prepara desde a adolescência, quando, aos 14 anos, na histórica cidade belga de Antuérpia, começou a se interessar pelo assunto lendo livros de astronomia. Ao voltar da Espanha, Geryl ocupou-se em relacionar os itens que devem ser levados para o bunker antiapocalipse. Na lista coletiva, havia 348, faltando ainda incluir os medicamentos. Na de uso individual, 86.

DA BÍBLIA PARA O LABORATÓRIOUma das cenas de Apocalypto, filme ambientado no mundo dos maias (à esq.),
e o ator Nicolas Cage, em Presságio: depois da II Guerra, a ideia do apocalipse
passou a ter duas fontes – a religião e a ciência.



O ano de 2012 tornou-se o centro de gravidade do fim do mundo por uma confluência de achados proféticos. Primeiro, surgiu a tese de que a Terra será destruída com a volta do planeta Nibiru em 2012. Depois, veio à tona que o calendário dos maias, uma das esplêndidas civilizações da América Central pré-colombiana, acaba em 21 dezembro de 2012, sugerindo que se os maias, tão entendidos em astronomia, encerraram as contas dos dias e das noites nessa data é porque depois dela não haverá mais o que contar. Posteriormente, apareceram os eternos intérpretes de Nostradamus e, em seguida, vieram os especialistas em mirabolâncias geológicas e astronômicas com um vasto cardápio de catástrofes: reversão do campo magnético da Terra, mudança no eixo de rotação do planeta, devastadora tempestade solar e derradeiro alinhamento planetário em que a Terra ficará no centro da Via Láctea – tudo em 2012 ou em 21 de dezembro de 2012.






Com tantas sugestões, a profecia ganhou as ruas. No dia 13 de novembro, terá lugar a estreia mundial de 2012, uma superprodução de Hollywood que conta a saga dos que tentam desesperadamente sobreviver à catástrofe final. No site da Amazon, há 275 livros sobre 2012.

Nos Estados Unidos, já existem lojas vendendo produtos para o apocalipse. Os itens mais comercializados são pastilhas purificadoras de água e potes de magnésio, bons para acender o fogo. É sinal de que os compradores estão preocupados com água e fogo, numa volta ao tempo das cavernas. Na Universidade Cornell, que mantém um site sobre curiosidades do público a respeito de astronomia, disparou o número de perguntas sobre 2012. Há os que se divertem, pois não acreditam na profecia. Entre os que acreditam, os sentimentos vão da tensa preocupação, como é o caso de Patrick Geryl, autor de três livros sobre 2012, todos publicados no Brasil, até o pavor incontrolável.




CONFIANÇA NA CATÁSTROFE
Patrick Geryl, autor de três livros sobreo fim do mundo em 2012: ele não lidacom outra hipótese.



O fim do mundo é uma ideia que nos aterroriza – e, nesse formidável paradoxo que somos nós, também pode ser a ideia que mais nos consola. Por isso é que ela existe.
No inventário dos fracassos humanos, talvez não haja aposta tão malsucedida quanto a de marcar data para o fim do mundo. Falhou 100% das vezes, mas continua a se espalhar, resistindo ao tempo, à razão e à ciência. As tentativas de explicar esse fenômeno são uma viagem fascinante pela alma, pela psique, pelo cérebro humano. Uma das explicações está no fato de que o nosso cérebro é uma máquina programada para extrair sentido do mundo. Assim, somos levados a atribuir ordem e significado às coisas, mesmo onde tudo é casual e fortuito. As constelações no céu, por exemplo, são uma criação mental para organizar o caos estelar. Ao enxergarmos as constelações de Órion ou Andrômeda, encontramos ordem e sentido. O dado complicador é que a vida, no céu e na terra, deve muito mais às contingências do acaso do que ao determinismo. O espermatozoide que fecundou o óvulo que gerou Albert Einstein foi um produto do acaso, resultado de uma disputa entre espermatozoides resolvida por milésimos de segundo. Assim como aconteceu, poderia não ter acontecido.
Recuando no tempo, a própria humanidade, analisada do ponto de vista científico, é fruto do acaso. Por um acidente, um peixe pré-histórico desenvolveu barbatanas que, à imitação de pernas ou patas, lhe permitiram enfrentar a gravidade da Terra e, assim, por acaso, viabilizou o desenvolvimento de vertebrados fora da água. Bilhões de anos depois, cá estamos nós, bípedes, inteligentes, comendo sorvete de morango, descobrindo a estrela mais antiga e nos deliciando com Elizabeth Taylor deslumbrante como Cleópatra. Tudo por acaso. A preponderância do aleatório sobre o determinado pode dar a sensação de desesperança, de que somos impotentes diante de todas as coisas. Talvez nisso residam a beleza e a complexidade da vida, mas o fato é que o cérebro está mais interessado em ordem do que em belezas complexas. Por isso, quando não vê significado nas coisas naturais, ele salta para o sobrenatural. "Nascemos com o cérebro desenhado para encontrar sentido no mundo", diz o psicólogo Bruce Hood, da Universidade de Bristol, na Inglaterra, autor de Supersense: Why We Believe in the Unbelievable (Supersentido: Por que Acreditamos no Inacreditável). "Esse desenho às vezes nos leva a acreditar em coisas que vão além de qualquer explicação natural."
O achado de Hood foi descobrir que as crenças talvez não sejam fruto nem da religião nem da cultura, mas uma expressão de como o cérebro humano trabalha. É o que ele chama de "supersentido". É o supersentido que nos leva a bater na madeira, dar valor afetivo a um objeto ou conversar com Deus. A religião seria uma criação mental através da qual o cérebro atende a sua necessidade por sentido. O apocalipse, nesse caso, é uma saída brilhantemente engenhosa. Explica duas questões que atormentam a humanidade desde sempre: o significado da vida e a inevitabilidade da morte. Somos a única espécie com consciência da própria morte e, no entanto, não sabemos o significado da vida. Afinal, por que estamos aqui? A pergunta, em si, revela nossa busca por sentido, devido à nossa dificuldade de conviver com a possibilidade de que, talvez, não estejamos aqui por alguma razão especial. O apocalipse é uma resposta. Está descrito nos seus mínimos e horripilantes detalhes no Livro do Apocalipse, escrito pelo evangelista João, por volta do ano 90 da era cristã, quando estava preso, perseguido pelo Império Romano



PLANOS DIVINOS
O papa Gregório XIII (abaixo) e o afresco de Michelangelo na Capela Sistina
retratandoo Juízo Final: expressões do domínio daIgreja Católica obre o destino e o ciclo do tempo
















O começo do fim do mundo, diz João, será anunciado por sinais tenebrosos: um céu negro, uma lua cor de sangue, estrelas desabando sobre a Terra e uma sucessão de desastres varrendo o planeta na forma de terremotos, inundações, incêndios, epidemias. O Anticristo então dominará a Terra por sete anos, ao fim dos quais Jesus Cristo descerá dos céus com um exército de santos e mártires – e vencerá Satã, a besta. Depois de 1 000 anos acorrentado, Satã conseguirá se libertar e forçará Jesus Cristo a travar uma segunda batalha, a terrível batalha do Armagedom. Derrotado Satã, todos nós, vivos e mortos, nos sentaremos no banco dos réus do tribunal divino. Os bons irão para o paraíso celestial. Os maus arderão no fogo eterno. É uma narrativa tão magicamente escatológica que Thomas Jefferson, o terceiro presidente dos Estados Unidos, a chamou de "delírio de um maníaco". Bernard Shaw, o grande teatrólogo irlandês, disse que era o "inventário das visões de um drogado". Delírio ou visões, o Livro do Apocalipse explica tudo. O professor Ralph Piedmont, do Loyola College, em Maryland, especialista em psicologia da religião, afirma: "O Apocalipse de João explica a morte, ao informar que vamos ressuscitar, e dá sentido à vida, ao dizer que é uma provação".
Subsidiariamente, o apocalipse atende a outra necessidade humana, a de acreditar num mundo regido por uma ordem moral. Os historiadores atribuem o surgimento da visão apocalíptica ao persa Zoroastro, ou Zaratustra, que viveu uns 1 000, talvez 1 500 anos antes de Cristo. Ele foi o primeiro a falar de uma batalha cósmica entre o bem e o mal, mais tarde aproveitada pelos profetas Ezequiel, Daniel e, principalmente, João. "Num mundo em que, com frequência, os bons sofrem e os maus prosperam, a promessa de um julgamento moral é um consolo profundo", diz Michael Barkun, professor de ciência política da Universidade de Syracuse, que estuda a relação entre violência e religião. Eis por que o fim do mundo aterroriza mas também pode nos consolar. Nem sempre o apocalipse vem numa embalagem religiosa. A profecia de 2012 começou com base em eventos astronômicos e calendários antigos. Só depois recebeu a adesão de seitas espiritualistas e cristãs, mas originalmente 2012 é, digamos, um fim do mundo pagão. Se não é um fim com prêmio aos bons e punição aos maus, então por que acreditamos em profecias que nunca dão certo?
A explicação começou a surgir nos anos 50, quando o brilhante psicólogo americano Leon Festinger (1919-1989) resolveu testar uma hipótese revolucionária: a de que, diante de uma profecia fracassada, os fiéis não desistem de sua crença, mas, ao contrário, se aferram ainda mais a ela. Festinger e seus colegas se infiltraram numa seita do fim do mundo e descobriram exatamente o que imaginavam. O grupo era formado por quinze pessoas e liderado por uma dona de casa de Michigan, Marion Keech, que fora informada por extraterrestres de que o mundo acabaria com uma inundação no dia 21 de dezembro – olha a data aí de novo – de 1954. Antes da catástrofe final, Marion e seguidores seriam resgatados pela nave-mãe e levados para um lugar seguro. Na data e hora marcadas, eles se reuniram para esperar o resgate, e não apareceu nave nenhuma. Passou uma hora, e nada. Duas horas, e nada. Eles estavam tensos e preocupados, alguns começando a dar sinais de descrença naquilo tudo, até que, quase cinco horas depois, Marion foi novamente contactada pelos extraterrestres com uma novidade redentora: o grupo ali reunido, com o poder de sua crença, espalhara tanta luz que Deus cancelara a destruição do mundo. Os membros reagiram com entusiasmo. Haviam encontrado um meio de acreditar que a profecia, afinal, estava correta.
O caso foi contado no livro When Prophecy Fails (Quando a Profecia Falha) e se tornou um dos fundamentos do que veio a se chamar teoria da dissonância cognitiva. É a inclinação que temos para reduzir o profundo desconforto provocado por duas informações conflitantes – no caso, a crença de que o mundo vai acabar e a evidência incontornável de que o mundo não acabou. Há exemplos mais rotineiros, como o sujeito que sabe que o cigarro pode matar e, no entanto, fuma dois maços por dia. Tem-se uma "dissonância cognitiva", que precisa ser resolvida: ou o sujeito para de fumar ou racionaliza que o cigarro, no fundo, acalma, emagrece, seja o que for. Meio século depois, a tese de Festinger será ainda válida para explicar a crença inabalável em profecias finalistas? "É, ainda, a melhor explicação psicológica", diz Daniel Gilbert, da Universidade Harvard, autor de um trabalho pioneiro sobre como enxergamos o futuro – com lupa, diz ele, sempre dando a sucessos ou fracassos importância muito maior do que efetivamente terão quando (e se) acontecerem.
As profecias do apocalipse são um desastre como previsão do futuro, mas excelentes como alegorias do presente. A coleção de afrescos e pinturas clássicas que retratam o Juízo Final, como a obra-prima de Michelangelo na Capela Sistina, reflete o temor do tribunal divino e o domínio da Igreja Católica de então. Depois da II Guerra, os filmes de Hollywood, grandes difusores da catástrofe final, passaram a enfocar o fim do mundo como resultado de uma guerra nuclear ou de um monstro deformado pela radioatividade. Estavam narrando as aflições dos americanos com a bomba de Hiroshima e Nagasaki e a chegada da corrida armamentista com a União Soviética. É o momento em que o apocalipse começa a ter duas fontes – a religião e a ciência. Nos anos 60, com as profundas transformações varrendo os EUA, da Guerra do Vietnã à revolução sexual, do advento do computador ao movimento dos direitos civis, dos Beatles a Woodstock, o apocalipse mudou de lugar. "O livro da revelação deixou o gueto cristão e entrou no coração da política americana e da cultura popular", escreve Jonathan Kirsch em A History of the End of the World (Uma História do Fim do Mundo), um ótimo inventário do apocalipse.













CADA ERA TEM O SEU ANTICRISTO

Escultura de Nero, imperador de Roma, corpos de judeus num campo de
concentração nazista e o terrorismo islâmico derrubando as torres de
Nova York: a ideia do apocalipse é um desastre como previsão do futuro,
mas excelente como alegoria do presente.




Desde os anos 50, cada década tem pelo menos uma dúzia de filmes apocalípticos dignos de nota, de Godzilla a Apocalypto, de O Planeta dos Macacos a Matrix, de O Bebê de Rosemary a Presságio. Eles sempre narram algo do seu tempo. Há estudiosos que acreditam que mesmo o Livro do Apocalipse teria sido uma resposta às perseguições que os cristãos sofriam no Império Romano – e a besta, o Anticristo, o Satã seriam Nero, o imperador que tocou fogo em Roma. Como os apocalipses tomam a forma de sua época, o Anticristo se atualiza. Na II Guerra, era Adolf Hitler. Hoje, é Osama bin Laden. Isso é claro nos EUA, cuja condição de potência acaba por difundir suas neuroses e seus achados para o mundo todo. O apocalipse na cultura? Antes, eram os hippies com sua percepção extrassensorial e drogas alucinógenas. Depois, no ano 2000, foi o tecnoapocalipse, na forma do bug do milênio. O apocalipse na política? Antes, era o Exército Vermelho. Agora, é o terrorismo islâmico. Como disse Eric Hoffer (1902-1983), que passou a vida como estivador e filósofo: "Movimentos de massa podem surgir e se espalhar sem a crença num deus, mas nunca sem a crença num diabo".
Nenhuma das hipóteses do fim do mundo em 2012 mencionadas nesta reportagem faz sentido. O planeta Nibiru nem existe. A civilização maia, cujo auge se deu entre 300 e 900 da era cristã, tinha três calendários: o divino, o civil e o de longa contagem, que termina em 2012. "Mas os maias nunca afirmaram que isso era o fim do mundo", diz David Stuart, da Universidade do Texas, considerado um dos maiores especialistas em epigrafia maia. Uma mudança no eixo de rotação da Terra é impossível. "Nunca aconteceu e nunca acontecerá", garante David Morrison, cientista da Nasa, agência espacial americana. Reversão do campo magnético da Terra? Acontece de vez em quando, de 400 000 em 400 000 anos, e não causa nenhum mal à vida na Terra. Tempestade solar? Também acontece e em nada nos afeta. Derradeiro alinhamento planetário em que a Terra ficará no centro da galáxia? Não haverá nenhum alinhamento planetário em 2012, e, bem, quem souber onde fica "o centro" da nossa galáxia ganha uma viagem interplanetária. Mas Patrick Geryl, que se prepara para o fim do mundo, está certo de que tudo termina em 2012. E se não terminar? Geryl pensa, olha para o alto e responde: "Não existe essa hipótese". Ele e seu grupo encontrarão uma boa explicação quando o dia raiar em 22 de dezembro de 2012. Afinal, é preciso se preparar para um novo fim do mundo.



Os dez dias que sumiram
O calendário maia, dizem os apocalípticos, prevê o fim do mundo para o dia 21 de dezembro de 2012. Calendários, no entanto, são excelentes instrumentos para orientar sobre o compromisso da próxima quarta-feira, mas são um embuste para prever o futuro. As diversas civilizações – não só os maias, mas os egípcios, os chineses – criaram os próprios calendários, uns com base no Sol, outros com base na Lua, uns mais longos, outros mais curtos, mas todos sempre foram expressão da inclinação humana de atribuir ordem ao caos. Com o calendário, criamos a sensação de ordenar os dias, os meses e os anos num sistema cronológico racional e matematicamente preciso. Só que a natureza não é assim. Num delicioso livro lançado às vésperas do ano 2000, O Milênio em Questão, no qual se baseia este texto, o grande paleontólogo americano Stephen Jay Gould (1941-2002) escreveu: "A natureza, aparentemente, pode fazer um esplêndido hexágono, mas não um ano com um belo número par de dias ou rotações lunares". E, com o humor que lhe era peculiar, acrescentou: "A natureza se recusa teimosamente a trabalhar com relações numéricas simples justamente naquilo em que sua regularidade seria mais útil para nós".
Ou seja: os ciclos naturais dos dias, meses e anos não são redondos, pares perfeitos. São frações, números quebrados, e aí começa um problemão. Um ano – tempo que a Terra leva para dar uma volta completa em torno do Sol – não dura 365 dias. Dura 365 dias e algumas horas. Para facilitar a conta, arbitramos que um ano dura 365 dias e seis horas, ou um quarto de dia. Mas, como não podemos ter um quarto de dia, a cada quatro anos temos o ano bissexto, com 366 dias, o que recoloca nosso calendário em sintonia com o ano solar. Porém, a natureza, na sua magistral indiferença para com nossos números inteiros, na realidade não faz um ano de 365 dias e seis horas. São 365 dias e 5 horas, 48 minutos e 45,97 segundos! Isso quer dizer que o acréscimo do 366° dia cobre o descompasso ocorrido em cada quatro anos, mas imprecisamente. Como o tal descompasso não era de exatas 24 horas – era de 23 horas, 15 minutos e 3,88 segundos –, o ajuste feito pelo ano bissexto ainda nos deixa com um pequeno atraso em relação à natureza: um atraso de 44 minutos e 56,12 segundos a cada quatro anos. É pequeno, mas aumenta com o tempo. Em vinte anos, o atraso soma quase quatro horas. É tolerável. Em 100 anos, passa de dezoito horas. Começa a complicar. À medida que vai avançando, passa a embaralhar as estações do ano, a época certa para plantar, para colher, para pescar. Vira um, digamos, apocalipse.
Em 1582, o calendário da época, que vinha desde os tempos do Império Romano, já acumulava um atraso de dez dias em relação ao ano solar. Era demais, inadmissível. O papa Gregório XIII convocou então uma comissão de matemáticos para dar uma solução ao problema. Chegou-se a uma saída formidável. Com seu poder incontrastável sobre o destino da humanidade e do universo, o papa decretou o sumiço dos dez dias. Simples assim. Riscou fora. A humanidade foi dormir em 4 de outubro e acordou em 15 de outubro. O período de 5 a 14 de outubro de 1582 não existiu, jogando algumas dúvidas para as calendas gregas. O que aconteceu com quem fazia aniversário no período suprimido? E quem tinha conta para pagar num dia que sumiu? Pagou juros? Queixou-se ao papa? Resolvida a diferença de dez dias, a comissão achou outras soluções criativas. Para evitar que o descompasso dos anos bissextos voltasse a se alargar a longo prazo, estabeleceu que a cada século múltiplo de 100 – 1800, 1900, 2000, por exemplo – não haveria ano bissexto. Excelente. Mas a retirada do 366° dia seria provisoriamente excelente porque criaria um desequilíbrio lá adiante. Então, inventou-se outra compensação: de quatro em quatro séculos, o ano bissexto volta.
Parece confuso, mas é assim que funciona até hoje: de 100 em 100 anos, cai o ano bissexto; de 400 em 400, reinstala-se o ano bissexto. Com esses avanços e recuos, somas e diminuições, nosso calendário consegue dançar num movimento parecido com o balé irregular dos ciclos naturais. (Não é idêntico porque o calendário gregoriano ainda se distancia do ano solar em 25,96 segundos. É irrisório, leva mais ou menos 2 800 anos para chegar a um dia inteiro, mas perfeito é que não é.) Diante de tantos ajustes, a velha e boa folhinha de parede é um medidor preciso para o compromisso de quarta-feira, mas, com suas imprecisões em relação aos eventos astronômicos, não é exatamente boa para embasar previsões futuras.
Para fugir das confusões do ano solar, há quem prefira as previsões com base no mês lunar – tempo que a Lua leva para dar uma volta completa em torno da Terra. Na verdade, não resolve nada. Apenas se troca de problema. Para facilitar nossos cálculos, arbitramos que a Lua leva 29 dias e meio para dar a volta na Terra. Mas, na realidade, a Lua leva, precisamente, 29,53 dias – de novo, a caprichosa fração da natureza. Assim, se um ano tem doze meses e cada mês corresponde a uma lunação, a conclusão matemática é que um ano tem doze lunações. Era para ser, mas não é. As doze lunações, indiferentes à ordem humana, não levam 365 dias para se realizar, mas somente 354 dias, uma debochada diferença de onze dias em relação ao ano solar...! Por isso, é preciso que... Bem, diga-se apenas que é preciso recorrer à inventividade humana para conciliar o calendário e o universo. Fica claro que qualquer profecia anunciada com base em calendários, solares ou lunares, maias ou gregorianos, é mais ou menos uma brincadeira, pois nossas fórmulas numéricas, tão regulares e ordenadas, não traduzem a exata natureza dos eventos astronômicos, tão caóticos e irregulares. É quase como querer tirar a raiz quadrada do mar.
Fonte: Revista VEJA.

sábado, 31 de outubro de 2009

Essa Semana nos Cinemas




Michael Jackson: This is It (Michael Jackson's This is It)

Elenco: Michael Jackson

Direção: Kenny Ortega

Gênero: Show

Duração: 115 min.
Distribuidora: Sony Pictures

Estreia: 28 de Outubro de 2009

Sinopse: Michael Jackson's THIS IS IT oferecerá aos fãs de Jackson e amantes da música do mundo inteiro imagens raras dos bastidores enquanto o artista desenvolvia, criava e ensaiava para seus shows esgotados que se realizariam a partir de julho na 02 Arena, em Londres. Abrangendo os meses de abril a junho de 2009, o filme foi montado a partir de mais de 100 horas de imagens dos bastidores e de Michael Jackson ensaiando várias músicas para o show. Os espectadores terão uma visão privilegiada e íntima do cantor, dançarino, cineasta, arquiteto e gênio, enquanto ele cria e aperfeiçoa a sua última turnê.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Brasil Rural Contemporâneo - De 7 a 12 de Outubro - Marina da Glória

O Brasil Rural Contemporâneo é uma mostra/feira que nos apresenta boa parte da diversidade brasileira.
Com uma programação eclética e satisfatória, a maior feira de agricultura familiar da América Latina volta ao Rio de Janeiro ampliada e com novidades apresentadas por 650 expositores de todos os estados brasileiros.
O roteiro nada convencional mescla estilos, gêneros e tendências, em encontros inéditos. Mais de 400 músicos e artistas populares vão celebrar na Marina da Glória a pluralidade sonora e artística do caldeirão cultural do Brasil Rural Contemporâneo em mais de 50 horas de espetáculos. A programação está dividida em três espaços: o Palco Multicultural, o Coreto e o Tablado de Raiz.

Programação do Palco Multicultural
07/10
  • Gilberto Gil convida: Bule Bule, As Sambadeiras de Barra de Pojuca e Jongo do Grupo Filhos de Marambaia
08/10
  • Barbatuques
  • Martinho da Vila

09/10

  • BNegão e Os Seletores de Frequência convidam: Lirinha, Siba e Totonho
  • Otto convida :Maciel Salú, Lia de Itamaracá, Danni Carlos e Sandra de Sá

10/10

  • Gabriel O Pensador Convida: Feira Livre e Bule Bule
  • DJ MAM & Sotaque Carregado convidam: Moraes Moreira, Marcos Suzano, Nicolas Krassik e Rio Maracatu
  • Chico Cesar convida:Escurinho, Chico Corrêa e Zabé da Loca

11/10

  • Arthur de Faria & Seu Conjunto convidam: Maurício Pereira, Hique Gomez, Muni, Wander Wildner, Vanessa Longoni, Luciana Costa, Siba e Fernanda Takai
  • Tanghetto

07-12 OUT - Marina da Glória - RJ


Das 13:00h às 22:00h - quarta à sexta
Das 10:00h às 22:00h - sábado à segunda
Ingressos para a Feira: Inteira - R$5,00; meia R$2,00
Ingresso para a Feira e Shows: Inteira - R$20,00; meia R$10,00


A venda dos ingressos começa no Domingo (04 de Outubro), a partir de
10:00h na marina da Glória.
Mais informações e a programação completa visite: www.mda.gov.br/feira
Bip..Bip.
Até lá....

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

CONEXÃO SAMBA - PRAÇA DA APOTEOSE

ZECA PAGODINHO E CONVIDADOS NA PRAÇA DA APOTEOSE









O samba vai voltar a desfilar na Praça da Apoteose. Dessa vez, três
gerações subirão ao palco para um show antológico comandado por
Zeca Pagodinho, que reunirá Dona Ivone Lara, Arlindo Cruz e Dudu Nobre.
No dia 26 de setembro, eles estarão juntos no evento "Conexão Samba"
para celebrar o mais carioca dos gêneros musicais, com um repertório
repleto dos grandes sucessos que os consagraram.

Conexão do Samba - Praça da Apoteose – dia 26 de setembro de 2009.
Pista Vip R$ 200,00 – (inteira)
R$ 100,00 – (meia)
Arquibancada R$ 80,00 – (inteira)
R$ 40,00 – (meia)
Classificação etária: 16 anos.


A aquisição de ingressos na bilheteria 1 do Maracanãzinho diariamente
das 10 às 18h, dias de jogo das 10 às 15h, ou pelo site www.ticketronic.com.br
estando sujeita à acréscimo de 15% (taxa de conveniência) sobre o valor do
ingresso e taxa de entrega.
Nos pontos de venda credenciados. A taxa de conveniência é de 12.5%

emcima do valor dos ingressos.
Caro pra caceta!

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

A ORFÃ


Amigos!
Fui ao cinema com o Junior ontem e decidimos assistir"A orfã".
Para que gosta de suspense/terror......é um prato cheio!!
Loucuraaaaaa!!!!!
Um casal após a perda da terceira filha, durante a gestação, decide visitar um orfanato só para meninas a fim de adotar mais uma criança.
Mesmo depois de alertados das dificuldades de se adotar crianças já crescidas, a postura tranquila e o carisma de uma menina em especial,Esther (Isabelle Fuhrman), os conquista de imediato.
Claro que a fofinha faz a vida da família um inferno!!
Corram pro cinema!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

domingo, 23 de agosto de 2009

R.A.D.A.R. =>EDIÇÃO(((FLOWER POWER))) =>DIA 19 DE SETEMBRO (22:00h)=> SÁBADO.

EHHHHHH!!!
FESTA FESTA FESTA!!!!!!!!!!
USE FLORES....

CAMISA COM ESTAMPA DE FLORES...
ARRANJO DE FLORES NA CABEÇA...
BLACK COM FLORES...
ESTÁ VALENDO TUDO!!!!!
Como você sabe, Flower Power (Força das Flores) foi um slogan usado pelos hippies dos anos 60 até o começo dos anos 70 como um símbolo da ideologia da não-violência e de repúdio à Guerra do Vietnã.

Hoje, mais do que nunca, ainda vale como não violência!
AH!!!
E É COMEÇO DA PRIMAVERA!!!!
EHHHHHHH!!!!!!
Bjão e até lá.

BIP.....BIP.
P.S. CLIQUE NO E-FLYER PARA VÊ-LO MAIOR!